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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Rádio que toca canto de pássaros é sucesso na Grã-Bretanha

Uma estação de rádio digital que transmite o canto de pássaros gravado em um jardim britânico surpreendeu seus proprietários e virou sucesso na Grã-Bretanha, segundo um artigo publicado no jornal Daily Telegraph.

Meio milhão de ouvintes já sintonizaram a estação e um número crescente de pessoas está incorporando a emissora à sua rotina matinal, despertando ao som tranqüilo dos pássaros.

Os proprietários - a companhia DigitalOne - avisam, no entanto, que o empreendimento é temporário, já que o formato não comporta intervalos comerciais, e deverá ser substituído por uma emissora comercial assim que surja uma candidata.

Nesse meio-tempo, no entanto, a companhia cedeu à pressão de ouvintes que queriam melhor qualidade de som e melhorou a gravação.

A audiência já lançou duas campanhas na internet para impedir que a emissora, chamada Birdsong, saia do ar. A estação usa uma freqüência ocupada antes pela emissora falada OneWord, que saiu do ar no início do ano. Ela inicia transmissões às seis da manhã e toca uma gravação de vinte minutos que é repetida continuamente até meia-noite.

Um ouvinte conseguiu identificar 12 tipos de pássaros na gravação, entre eles uma andorinha. Outro fã da emissora disse que ela lhe traz segurança e tem um efeito relaxante.

O editor da revista especializada britânica The Radio Magazine, Paul Boon, disse ao Daily Telegraph que a popularidade da estação se deve exclusivamente ao boca-a-boca.

Boon disse que a revista tem recebido telefonemas de leitores que ligam apenas para dizer o quanto estão gostando da estação Birdsong.

Glyn Jones, diretor de operações da DigitalOne - empresa que controla a rede comercial de emissoras digitais na Grã-Bretanha - disse que a rádio Birdsong ganhou parte da audiência da antiga dona da freqüência, que era de 159 mil ouvintes por semana.

De lá pra cá, a emissora conquistou outros 340 mil ouvintes, disse Jones ao Daily Telegraph. A gravação foi feita pelo presidente da DigitalOne, Quentin Howard, no jardim de sua casa, em 1991, para ser usada como trilha sonora em uma peça de teatro amador.

Howard disse que fica orgulhoso com o sucesso da gravação, mas explicou que a rádio não funcionaria como empreendimento comercial.

"Ela não está programada para fazer dinheiro, já que tem de funcionar ininterruptamente", disse.

CANTANDO DE ALEGRIA



“OS MEUS SERVOS CANTARÃO POR TEREM O CORAÇÃO ALEGRE...” ( Isaias 65.14).

Como é bom ter o coração alegre!
Quem tem um coração alegre é uma pessoa de rosto formoso, pois está escrito:
“O CORAÇÃO ALEGRE AFORMOSEIA O ROSTO...” ( Provérbios 15.13).
Sabe que tem muita gente boa que ao se olhar no espelho diz para si mesmo:
-- Como sou feio (a)!
Pudera, tem um coração cheio de tristeza, de amargura, de sentimentos ruins como poderia ter um rosto bonito? Os olhos são baços, sem brilho, sem exprimir a alegria interior. Isto é notório quando somos fotografados, preste atenção e comprove.
É muito fácil cantar aquele corinho antigo:
A ALEGRIA ESTÁ NO CORAÇÃO, DE QUEM JÁ CONHECE A JESUS...
Mas viver isso que canta é outra história. Tem pessoas que cantam essa música com um semblante tão carregado, cenho franzido, que misericórdia!
A Bíblia diz:
“...ESTÁ ALGUÉM ALEGRE? CANTE LOUVORES.” ( Tiago 5.13).
Bem, tem muita gente que nem está alegre e tão pouco canta louvores. E há aqueles que estão alegres mas ao invés de cantar louvores cantam músicas evangélicas, de preferência que sirva para animar os irmãos.
Quando cantamos louvores o alvo do nosso louvor (elogio) é Deus, o único que merece ser louvado pelo que é, pelo que fez , pelo que faz e pelo que fará.
Não entendo porque tantas pessoas cantam mas não louvam; porque nos nossos cultos canta-se tantas músicas e quando procuramos louvor não encontramos.
O servo do Senhor tem motivo para cantar louvores com um coração alegre, afinal os seus pecados foram apagados; Deus não se lembra mais das suas iniqüidades; tem o nome escrito no livro da vida do Cordeiro; não é órfão, tem um Pai; suas necessidades são supridas; Deus habita em sua vida e tantas outras coisas maravilhosas para quem vive no Reino de Deus.
Enquanto escrevo estas linhas vem-me à lembrança uma música que o saudoso Pr. Emilio Conde gostava de cantar que diz:
SE TUA ALMA ALEGRE ESTÁ, CANTA ALELUIA
SE, PORÉM, TRISTEZA HÁ, CANTA ALELUIA;
SE TUDO FECHADO ESTÁ CANTANDO VAI MELHORAR
CANTA, CANTA, ALELUIA!
Paulo e Silas mesmo na prisão com as costas marcadas pelos açoites cantavam.
A Bíblia fala do açoite da língua (Jó 5.21). Quando sofremos açoites das línguas que não são controladas pelo Amigo Espírito Santo devemos é mesmo cantar louvores e não dá ouvidos ao maligno para maldizer.
Examine agora o seu coração. Está alegre? Aproveite este dia que Deus lhe dá para cantar louvores, mas cantar louvores e não história que às vezes nem são verdadeiras.
Pare por um pouco e veja lá se há mesmo motivo para esse coração tão entristecido? Por maior que seja a luta, a enfermidade, ou seja lá o que for, muito maior é o Deus de quem nós somos e a quem servimos. Num momento Ele pode virar a situação e transformar a circunstância. Nisso Ele é especialista, aleluia!
Tire o foco da dificuldade; ponha o foco no Todo Poderoso e verá que as coisas já estão sendo trabalhadas pela mão do Onipotente, glórias a Deus! Daqui a um pouco será um novo dia; um novo recomeço; uma nova vida; uma nova fase, em nome de Jesus.
Servos do Senhor de coração alegre, cantem louvores ao que está sentado no trono, porque Ele é digno! Aleluia!
Maranata!

CANTO DE PÁSSAROS E BEM ESTAR


"O índice da qualidade de vida irá incluir cada vez mais aspectos culturais, biológicos e ambientais. Os aspectos actualmente imperantes e relacionados quase unicamente com o poder aquisitivo, o conforto e a longevidade irão certamente ceder o passo a outros critérios até hoje omitidos. Pelo menos parece ser a tendência do governo britânico que é tão irracional fora das suas fronteiras, mas que acabou por instaurar há algum tempo. Em Inglaterra deu-se o primeiro passo realmente admirável e com um horizonte muito prometedor. A administração inglesa incluiu entre os aspectos para medir o bem-estar nada menos que uma variedade relacionada com a quantidade de aves avizinhadas num mesmo lugar. Medida que nos parece ser coerente. Porque não é preciso ser especialista em ecologia para reconhecer que a presença de animais tão respeitáveis, visual e acusticamente, como as aves nos podem revelar as características da totalidade do espaço que usam. Uma das leis mais sólidas da ciência que estuda os nexos entre todas as formas de vida e entre estas e os âmbitos que possibilitam a sua existência é precisamente que tudo deve de ser encarado com reserva.
O que não vemos sustém o que vemos. Por detrás de cada pássaro que canta na Primavera há sempre um complexo sistema que deve manter muitas vidas e muita saúde para chegar até aos nossos tímpanos essa música sem partituras. As aves são signos externos dessa riqueza que são as águas limpas, os solos férteis, os arvoredos erguidos bem como uma certa aliança entre os usos humanos e espontâneos dessa mesma paisagem.
Quando se usa com variações depreciativas o termo “ passarinheiro”, ignora-se por certo que ninguém melhor que um ornitólogo detecta a crescente degradação ambiental. Os seus conhecimentos sobre a paisagem equivalem ao que os médicos de família têm sobre nossa saúde física.
Por detrás da presença de uma comunidade zoológica num espaço concreto, o que deduzimos é uma reduzida ou a nula contaminação dos ares, os alimentos, escasso ou nulo ruído, variedade vegetal e até mesmo a escassa pressa. Estes parâmetros vão configurando a ideia convencional de locus amoenus: quer dizer, daquele âmbito ao qual “todos” aspiramos, pelo menos na hora de nos relaxar, descansar e sensivelmente presumir do nosso elevado nível económico conseguido para poder adquirir qualidade ambiental no meio em que se vive.
Há mais. Sobretudo a evidência de que cada dia se distancia mais o bem-estar básico do crescimento económico. Isto porque este último aspecto fica nas mãos de escassíssimos beneficiários devido a que se fomenta a percepção de uma correspondência mínima entre o esforço de muitos e os privilégios de poucos. No meio fica então um ambiente destruído.
O paradoxo tão camuflado como desolador é: para que aumente a riqueza monetária de uns, deve ficar maltratado o património comum. Esse mesmo que formam as boas transparências do ar, a musicalidade dos bosques, a liberdade da água, a contemplação de um cenário belo e, logo, cheio de vivacidades relaxantes. As contaminações, desde a acústica até às múltiplas formas de degradação ambiental derivada dos nossos modos de produção, podem influenciar o PIB mas diminuem certamente o bem-estar real. No entanto todos aqueles que tiram rendimentos da destruição do ambiente compram de imediato um lugar onde o espaço tenha esses pássaros, essas águas e esses bosques para que possam descansar da “rentável” destruição. Deste modo, os residentes nestes escassos e circunscritos paraísos onde gozam de maior qualidade de vida são, por isso, exemplo a seguir, mas irão continuar a negar a coerência das denúncias ecológicas. Os defensores da natureza equivocam-se ao pedir o mesmo para todos que, na prática, é alcançar tais privilégios. O modelo parece imitar a madrasta da Branca de Neve, olhando-se ao espelho. A má notícia que dão semelhantes artefactos está, por certo neles."

Pássaros

Abibe:ou Abibe-comum


O Abibe, ou Abibe-comum ( Vanellus vanellus L.) é uma ave pertencente à Ordem: Ciconiiformes; Família: Charadriidae; Género: Vanellus; Espécie: Vanellus vanellus.
O abibe é muito abundante no sul de Portugal e em particular no Alentejo, durante o Outono e o Inverno, podendo ser avistado na proximidade de zonas húmidas, em terras lavradas e em campos de pastagens. Durante a época da reprodução (na Primavera) é menos frequente, pois a ave raramente nidifica no nosso país.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"